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domingo, 4 de novembro de 2012

No Sudão, escola bíblica reabre apesar de ataques Cristãos enfrentam novas ameaças por causa de sua fé



No Sudão, escola bíblica reabre apesar de ataquesA instituição foi queimada e saqueada por extremistas muçulmanos em abril. A cada dia, cristãos enfrentam novas ameaças por causa de sua fé.

"Mesmo em meio a ameaças de novas perdas, as aulas da escola bíblica de Cartum (Sudão) foram retomadas este mês. Extremistas muçulmanos incendiaram o prédio em abril", disse o morador de uma área cristã delimitada no país.

De acordo com reportagem da Morning Star News, estudantes e administradores da Escola Bíblica Gerif West ainda tentam se recuperar das perdas que tiveram em 21 de abril, dia do ataque.

A fonte da Portas Abertas informou que as aulas foram retomadas em 15 de outubro, mesmo com muçulmanos circulando a área para tomar a terra e destruir a escola. Na maioria das sextas-feiras, mensagens anticristãs são transmitidas de um alto-falante da mesquita.

Através dessas exposições públicas, líderes muçulmanos têm dito que instituições cristãs não deveriam ser permitidas no Sudão. Desde a secessão do Sudão do Sul, em 9 de julho de 2011, a ideia é que o país seja um "Estado puramente islâmico".

"Estamos em alerta. Nos últimos dias, a perseguição tem crescido no Sudão", disse, por telefone à Morning Star News, um pastor que trabalha na escola bíblica, acrescentando que as hostilidades contra Igrejas e cristãos estão se intensificando consideravelmente.

Notícias locais disseram ainda que, durante a violência acontecida em abril, atacantes islâmicos gritaram ameaças contra os cristãos dizendo "Allahu Akbar" (Alá é maior). O muro que delimitava a área cristã foi derrubado com um trator, a Escola Bíblica Gerif West e a Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão (SPEC) foram queimadas. Uma clínica para idosos também foi danificada.

Segundo a agência de notícias consultada, o xeque muçulmano "linha-dura" que liderou o ataque, Muhammad Abdelkrim, exortou os muçulmanos, em 21 de setembro, a não tolerarem a presença de cristãos e não se relacionarem com nenhum deles porque "são infiéis".

"Nós nunca perdoaremos os cristãos por não serem muçulmanos", declarou o imã durante uma reunião na mesquita, através de alto-falantes. Ele também reafirmou que instituições cristãs não têm lugar no Sudão.

A Morning Star News reportou que radicais arruinaram quatro salas utilizadas por três Igrejas e queimaram os pertences de estudantes em um dormitório. Livros da biblioteca escolar, incluindo 50 caixas de Bíblias, também foram destruídos. Os atacantes depredaram mobiliário escolar e invadiram os cofres do colégio para roubar seus recursos. Uma nota oficial da SPEC apontou que a polícia assistiu a toda destruição, mas nada foi feito para impedi-la.


Fonte: Portas Abertas

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