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A Redação.



domingo, 15 de abril de 2012

Papa Bento 16 defende "GOVERNO MUNDIAL" Você sabia disso?


Papa Bento 16 declara apoio em sua mais recente Encíclica.
O Vaticano, através de sua mais recente Encíclica, pede o estabelecimento de "uma verdadeira Autoridade política mundial" para solução dos principais problemas internacionais.

O Papa Bento 16 defendeu, uma semana antes da reunião do G-8 (o grupo dos oito países mais ricos do mundo) ocorrida na Itália, que um governo mundial regulador e controlador seria a solução para os problemas econômicos, sociais e políticos do mundo. A afirmação está na Encíclica Caritas in Veritae, no capítulo V, parágrafo 67: "Para sanar as economias atingidas pela crise de modo a prevenir o agravamento da mesma e em consequência maiores desequilíbrios; para realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz; para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios, urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial". Ou seja, o Vaticano definitivamente entrou no grupo dos que, seguindo o espírito desse tempo, preparam, consciente ou inconscientemente, o cenário para o advento do Anticristo, que é apresentado na Bíblia como o líder de um futuro governo mundial controlador e regulador (Ap 13.16-17) que será aceito por todo o planeta, o que subtende que o próprio Vaticano deverá aceitar sua autoridade.

Em seus argumentos, Bento 16 lembra que a tese pró-governo mundial não é nova no Vaticano, pois o papa João 23 chegou a defender o mesmo nos anos 60 (Encíclica Pacem in terris, 1963). Bento ainda defende que "a referida Autoridade [política mundial] deverá ser reconhecida por todos" e "gozar de poder efetivo para garantir a cada um a segurança, a observância da justiça, o respeito dos direitos". Mas, como assim "poder efetivo"? Ele explica: "Deve gozar da faculdade de fazer com que as partes respeitem as próprias decisões, bem como as medidas coordenadas e adotadas nos diversos fóruns internacionais". Isto é, o governo mundial terá poder de coerção para que as decisões tomadas nos fóruns internacionais, dirigidos por essa Autoridade, sejam cumpridas.

Para que isso aconteça, Bento 16 defende o fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) através de uma "urgente reforma" para que a ONU possa intervir mesmo, com poder efetivo, nas relações políticas e econômicas entre os países. O papa defende também que seja criado um "ordenamento político, jurídico e econômico mundial que incremente e guie a colaboração internacional para o desenvolvimento solidário de todos os povos". Argumenta Bento 16 que "o desenvolvimento integral dos povos e a colaboração internacional exigem que seja instituído um grau superior de ordenamento internacional de tipo subsidiário para o governo da globalização e que se dê finalmente atuação a uma ordem social". Descrevendo o padrão moral dessa futura ordem social, o papa afirma que ela deve existir "conforme à ordem moral e àquela ligação entre esfera moral e social, entre política e esfera econômica civil, que aparece já perspectivada no Estatuto das Nações Unidas". O atual Estatuto da ONU, que traz um esboço do futuro governo mundial, já contém, segundo o próprio Bento 16, os princípios morais necessários para nortear esse Estatuto Mundial a ser criado. Basta o futuro Estatuto Mundial manter esses princípios e tudo estaria bem.

Bento 16 afirma que "a referida Autoridade política mundial deverá regular-se por esse direito", isto é, por esse ordenamento jurídico mundial a ser implantado e que deverá abarcar tanto as questões políticas quanto econômicas do mundo. Com base nesse ordamento a ser criado, a tal "Autoridade política mundial" se orientará "para a consecução do bem comum, comprometendo-se na realização de um autêntico desenvolvimento humano integral".

Bento 16 justifica sua tese afirmando ainda que "se isso [esse ordenamento jurídico mundial a ser criado e implantado] faltasse, o direito internacional, não obstante os grandes progressos realizados nos vários campos, correria o risco de ser condicionado pelos equilíbrios de poder entre os mais fortes". Ou seja, para que haja justiça no mundo, todos os países, "fortes" ou "fracos", devem estar sob a regência dessa "Autoridade política mundial", legitimada por esse futuro ordenamento jurídico. O cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado, com aquiescência do Vaticano.


Fonte: Mensageiro da Paz, Agosto de 2009.

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