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segunda-feira, 30 de julho de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Padre proíbe enterro de evangélico
11:30:00 AM
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Ao procurar para pedir autorização para enterrar seus entes queridos, que morreram em um acidente de trânsito na rodovia Tabaí-Lajeado (BR-386) no feriado de Finados, na quarta-feira, a moça ficou sabendo que por seu pai ser luterano, não teria permissão para enterrá-lo junto as demais
De acordo com o padre João Paulo Schäfer, responsável pela paróquia e pelo cemitério católico, Irineu era evangélico e, portanto, não poderia ser enterrado junto à mulher.
“É uma norma da igreja que não podemos quebrar. Só podemos sepultar em nosso cemitério pessoas católicas que contribuem e estejam em dia com a taxa anual. Expliquei isso para a família, e eles entenderam”, disse o padre, que ainda afirmou não poder abrir exceções.
O corpo de Irineu foi enterrado no cemitério da cidade de Teutônia junto com os avós.
Irineu, Eunice e Carmelita moravam na capital e passaram o feriado de Finados em Poço das Antas para visitar a família e também prestar homenagens a parentes já falecidos. Retornavam para Porto Alegre quando o carro em que estavam bateu em uma caminhonete no km 377 da rodovia Lajeado-Tabaí, perto do trevo de acesso ao município de Paverama.
Fonte: ClickRS
De cima de um arranha céu
11:15:00 AM
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De cima de um arranha-céu, sentado em um parapeito, um jovem olhava a cidade e a estrada que saia do coração da cidade e se perdia no horizonte, do lado de onde a lua toca no fim da noite.
As dezenas de pontinhos de luzes representavam os carros, cada carro representava uma vida e cada vida uma história.
Aquele rapaz fixou seu olhar em um carro sujo, parecia ser de cor prata, aparentemente sem nada especial. Dentro do carro, o rádio estava desligado, no volante um senhor com o rosto enrugado aparentando uns 60 anos, com uma mão na direção e a outra sobre a mão da senhora que estava ao seu lado, pele branca de olhos azuis e semblante sereno. Pareciam casados há anos, aparentavam pessoas de paz. Poderiam ser seus pais ou até os meus. Conversavam de algo peculiar sobre aquela tarde. Ele sorria o tempo todo, ela nem tanto.
Mesmo sendo em pleno verão, o vento frio cortava a noite da cidade e dava a impressão que trazia o recado para o jovem lá no alto que algo terrível iria acontecer.
Ele já estava lá em cima por algumas horas, segurava uma lata de coca-cola e do lado, no parapeito, um pacote de biscoito aberto restando no máximo dois ou três.
De repente um carro vermelho sai da cidade feito louco, Parecia que estava fugindo de alguém.
O jovem, logo que vê o carro vermelho, se coloca de pé no parapeito como se soubesse o que tinha que fazer. Da até calafrio na coluna ao ver aquele jovem em pé no parapeito sem nenhum equipamento de segurança, ele se comportava como se estivesse no lugar mais seguro do mundo, como se tivesse a um palmo do chão.
O carro vermelho começa a costurar os carros na estrada, de tão rápido, dava a impressão que os outros carros estavam quase parados.
Boa coisa não poderia acontecer. O carro vermelho perde a estabilidade ao tentar ultrapassar pela direita o carro sujo, que parecia ser prata. O carro onde se encontrava o casal.
O carro vermelho vai até o acostamento e volta com tudo batendo sua traseira no carro do casal, jogando-os na mureta central. Com o barulho, a senhora do banco de passageiros grita de susto “Deus do Céu”. Como se fosse possível, o senhor tenta segurar o carro, mas o pneu já tinha estourado, o carro gira desgovernado e atravessa a pista batendo de frente do outro lado parando com tudo.
Estava longe demais para a luz da cidade ser capaz de iluminar algo no local do acidente. Como um vulto, a luz da lanterna traseira do carro vermelho some no horizonte.
Os segundos de silencio parecem anos, os dois no carro não se mexem, não há movimento, não há vida.
Carros vão parando lentamente. Todos que passavam olhavam para o acidente com muita tristeza e angústia.
No alto do arranha-céu as pequenas luzes da estrada pareciam estar paradas acumuladas em um canto, o jovem não estava mais lá, tinha saído tão rápido que deixou a lata meio cheia e o biscoito no mesmo lugar.
A porta do passageiro se abre, o silencio é rompido com um sussurro que falava: “Estou com muita dor nas costas, muita dor nas costas.”
A senhora vira a cabeça lentamente e vê um jovem vestido de branco, como um médico, que falava: Fique calma, eu estou aqui para cuidar de você, você não precisa fazer nada, a gente vai cuidar de você.
Como se estivesse flutuando ela é retirada do carro e colocada em uma maca. Foi como um dos abraços carinhosos que recebia dos seus filhos quando eram pequenos. Seu marido também é retirado do carro, e colocado na ambulância.
A alma acalma, a respiração volta ao normal, a visão clareia. E a senhora pergunta: Como você chegou tão rápido? O jovem fazendo carinho na sua testa responde apenas com um leve sorriso.
Enquanto a maca é ajustada na ambulância, ela fala: “Muito obrigado por tudo, como é bom ter pessoas como você por perto, pessoas que vivem para socorrer pessoas”.
A porta da ambulância se fecha, a sirene toca e os carros voltam a andar na estrada.
O jovem volta para o topo do arranha-céu, recolhe suas asas vermelhas de mais de dois metros de largura, e senta no parapeito para acabar a sua coca-cola com a sensação de trabalho cumprido.
[Conto baseado nos relatos da minha mãe sobre o paramédico que a socorreu em um acidente de carro, minha eterna gratidão a esses homens e mulheres que trabalham salvando vidas]
Por Marcos Botelho
Fonte: Guia-me
Violência: muçulmanos agridem cristão clamando por Alá
11:07:00 AM
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Gritando “Ala é grande”, uma multidão de muçulmanos espancou brutalmente um cristão copta no final do mês passado no Egito. O incidente ocorreu porque a polícia ao invés de proteger a vítima, apoiou os assassinos.
Fontes coptas afirmam que no início de outubro, 36 cristãos foram mortos enquanto faziam um protesto pacífico nas ruas da capital egípcia. Eles pediam maior proteção por parte do Estado. Uma nota oficial do governo egípcio afirmou que os soldados apenas revidaram os ataques com armas de fogo dos cristãos e afirmou que de três soldados morreram no confronto.
Em maio deste ano, igrejas foram atacadas por multidões enfurecidas durante a onda de protestos no país. Algumas autoridades coptas declararam apoio ao ex-presidente Mubarak, o que irritou muitos muçulmanos.
O Exército assistiu sem intervir enquanto igrejas eram incendiadas, o que incentivou radicais a tomarem a lei nas próprias mãos. O dilema que vivem os coptas espelham a situação das minorias cristãsem todo o Oriente Médionesse período em que os governos estão mais preocupados em se defender do que preservar a paz e a tolerância religiosa que nunca foi forte na região.
Repressão continua grande no Oriente Médio
10:58:00 AM
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Fechamento
No Irã, desde o natal passado as igrejas da Assembleia de Deus localizadas nas cidades de Ahwaz, Shiraz, Esfahan,Teerã e Kermanshah foram alvos da polícia religiosa. Dezenas de cristãos foram presos em suas casas e locais de trabalho.
Durante um ataque na cidade de Esfahan, Giti Hakimpour, de 78 anos de idade foi presa em sua casa no dia 22 de fevereiro. Ela havia passado recentemente por uma cirurgia no joelho e não estava em boas condições de saúde, precisando de cuidados especiais. Após persistentes esforços os irmãos, Giti foi solta três dias depois.
Hekmat Salimi, pastor de uma igreja em Esfahan, teve sua casa saqueada por agentes do governo, que o levaram preso e confiscaram seu computador, livros e outros pertences.
Em Kermanshah, província a526 quilômetrosda capital Teerã, Masoud Delijani, um ex-muçulmano convertido, foi sentenciado à três anos de prisão acusado de trocar de religião, fazer reuniões ilegais em sua casa e evangelizar muçulmanos.
Preso em março de 2011, Masoud, um professor, ficou na solitária por 114 dias. Ele conta que foi submetido a ‘intensa pressão física e mental’ antes de ser libertado mediante o pagamento de uma fiança de cerca de US$ 100 mil.
Congregações inteiras que se reuniam em casas foram presas. Em 21 de fevereiro, 13 cristãos (incluindo algumas crianças) que se reuniam para cultuar foram levados por agentes de segurançaem Kermanshah. Trêsdeles ainda permanecem sob custódia do governo.
Esta onda de prisões ocorre justamente quando o Irã recebe forte pressão internacional para que abandone o seu programa nuclear. As autoridades iranianas estão acusando todos os cristãos de terem uma “aliança” com os países ocidentais.
Estima-se que, em 2011, cerca de 70 cristãos foram presos, alguns deles estão desaparecidos e não se sabe se continuam vivos ou não. O número de pessoas presas em 2012 é difícil de ser calculado, mas além de Assembleias de Deus, as igrejas presbiterianas, anglicanas e as pentecostais assírias tem sofrido uma pressão crescente.
O chefe da Mohabat, agência iraniana de notícias cristãs, Saman Kamvar descreve a situação:
“Os relatórios que temos de fontes dentro do país é que os cristãos foram forçados a fugir do Irã por causa do tratamento desumano e cruel do Estado. A pressão dos interrogatórios os intimida por horas, querendo que testemunhem contra os seus companheiros crentes. Eles o colocam em solitárias por longos períodos, pressionam física e mentalmente para fazê-los renunciar à sua fé e voltar ao islamismo.
Há evidências de ferimentos por torturas físicas, como chicotadas… Em um esforço para pressionar as famílias dos cristãos detidos, as autoridades pedem grandes quantidades de dinheiro como fiança… Recentemente houve relatos de que juízes ou interrogadores pediram que os familiares apresentem as escritura de suas casas como fiança para conseguir sua liberdade provisória…
Mesmo assim, o regime atual do Irã está observando um crescimento do cristianismo como nunca antes, especialmente de cristãos convertidos do islamismo”.
Em Belém
A decisão tomada pela Autoridade Palestina, através de seu primeiro-ministro , Salam Fayyad (foto), foi uma surpresa. Afinal na semana passada ele havia declarado que uma plateia de evangélicos de todo o mundo que seu governo respeita os direitos das minorias cristãs.
A Primeira Igreja Batista resistiu a vários bombardeios durante a Primeira Intifada, mas o documento assinado pelo governo teve um impacto ainda mais devastador sobre ela.
“Eles disseram que não reconhecerão nenhum documento legal de nossa igreja. Isso inclui certidões de nascimento, certidões de casamento e atestados de óbito”.
O pastor Steven afirma estranhar que o anúncio da AP veio logo após a conferência “Cristo no Portão de Entrada”, que reuniu no início do mês cerca de 600 evangélicos de todo o mundo para discutir a teologia do sionismo cristão, que alguns teólogos acreditam que aumenta a expectativa de violência no Oriente Médio e apoia as políticas israelenses de usar armas para se defender.
Na noite de abertura da conferência, Salam Fayyad disse à assembleia que seu governo respeitava os direitos dos cristãos. Palestinos comemoram feriados religiosos junto com cristãos, funcionários da AP participam das celebrações de Natal e até mesmo assistem à missa da meia-noite no Natal, disse Fayyad.
“É isso que significa ser um palestino”, disse Fayyad, acrescentando que o AP sente um profundo senso de responsabilidade pelos lugares sagrados e permite o acesso irrestrito aos locais de significado espiritual nas áreas sob seu controle.
No entanto, os cristãos de Belém dizem que há um sentimento anticristão crescente. O pastor Khoury diz que eles se sentem pressionados a converter-se ao islamismo, que seria “A verdadeira religião”.
Desde que Autoridade Palestina tomou o controle da cidade, é a segunda vez que a igreja batista é proibida de cultuar. Fundada em 1980, o pastor Khoury entende que o motivo é simples: “Essas pessoas que não gostam do que estamos fazendo e da mensagem que nós oferecemos”.
A mensagem da igreja tem sido a de reconciliação, diferentemente do que muitos pensam. Perto da barreira de segurança ao lado do campo de refugiados em Belém há uma imagem que retrata bem o sentimento dominante. Dois jovens palestinos atiraram pedras e outro é preso por soldados israelenses. Ao lado da imagem, o artista escreveu em francês e inglês a frase “Nós não podemos viver, por isso apenas esperamos pela morte.”
A família Khoury disse que vai procurar os membros do Congresso dos Estados Unidos para chamar a atenção do mundo para o que está acontecendo com a Primeira Igreja Batista em Belém.
Fonte: Gospel Prime com agências
Católicos mexicanos queriam crucificar evangélicos
10:53:00 AM
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Pelo menos 70 cristãos evangélicos da região centro-leste do México foram expulsos pelas autoridades locais do local onde moram, região na qual moram muitos católicos tradicionais que, supostamente, ameaçaram crucificá-los e linchá-los.
Inicialmente, cerca de 50 famílias de cristãos protestantes foram obrigadas a deixar a vila em 12 de setembro, mas alguns foram autorizados a permanecer, sob a condição de fazer seus cultos fora da aldeia. Além disso, não podem evangelizar os católicos tradicionais da região, os quais praticam uma mistura de rituais indígenas e católicos.
Testemunhas disseram ter visto diversos evangélicos, incluindo um pastor, fazendo suas malas e ajuntando rapidamente seus pertences para sair
Segundo informações, isso aconteceu porque os católicos tradicionais da região disseram que iam “crucificá-los ou linchá-los”, caso eles não fossem embora após a determinação feita no dia 12 de setembro.
O prefeito da região colaborou com as expulsões dos cristãos, receoso de perder seu cargo, após a pressão dos católicos. A católica Irma Diaz Perez informou a decisão tomada: “Eles nunca mais vão voltar, pois nós temos leis contra eles e eles não têm permissão para ficar aqui”.
A perseguição contra os evangélicos no México não é atual. Em um caso, cristãos evangélicos foram proibidos de ter acesso a água. Alguns funcionários também relataram ataques contra famílias evangélicas em anos anteriores.
Tudo isso ocorre porque o México é um país tradicionalmente católico. Dessa forma, muitos evangélicos são detidos por crimes que não cometeram.
Fonte: Portas Abertas
AD quer eleger 5.500 vereadores
10:46:00 AM
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A AD está para religião evangélica assim como o PMDB está para a política. Ambos congregam várias “tendências”, por assim dizer, sob um comando nacional. No caso da denominação religiosa são dois comandos: CGIADB (Convenção Geral das Igrejas Assembleia de Deus no Brasil) e Ministério de Madureira. Juntos possuem mais de 100 mil pastores no país. Ou cabos eleitorais.
“Temos igrejas em 95% das cidades”, disse Lélis Marinhos, presidente do conselho político nacional da CGIADB. “Isso favorece a divulgação dos candidatos.”
Pesquisa feita pelo Datafolha com integrantes da Marcha para Jesus deste ano de São Paulo revelou que para 65% deles a pregação dos pastores terá influência em seu voto. Do total, 31% já tinham decidido que vão votar em quem a igreja mandar, independentemente de quem sejam os candidatos.
O pastor Abner Ferreira, da CGIADB, reconheceu que a denominação mudou. “Antes, ouvir rádio ou ver TV era pecado, mas hoje entendemos que são veículos extraordinários para pregar o evangelho”, afirmou à Folha de S. Paulo.
Também antes a presença da AD e de outras denominações evangélicas na política não era tão visível como é hoje. A Frente Parlamentar Evangélica tem 76 deputados e, destes, 24 são da AD.
Para Frente, conforme tem ficado demonstrado em questões envolvendo os direitos dos homossexuais, por exemplo, a lei mais importante é a divina, a da Bíblia, não a da Constituição.
Talvez a AD não consiga cumprir a sua meta nas eleições deste ano. Mas não resta dúvida de que ela tem um projeto político para médio e longo prazo, assim como outras “legendas” evangélicas, como a Igreja Universal. O que é motivo mais do que suficiente para que a sociedade leve a sério a discussão sobre a importância da laicidade do Estado.
Fonte: Folha.






