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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Íris Abravanel (Esposa do Silvio Santos) conta como se converteu ao Evangelho e revela que ora ao lado de Silvio Santos: “Ele se sente bem”. Leia na íntegra


Íris Abravanel conta como se converteu ao Evangelho e revela que ora ao lado de Silvio Santos: “Ele se sente bem”. Leia na íntegraNuma entrevista extensa e abrangente, a escritora Irís Abravanel, esposa do apresentador e empresário Silvio Santos, falou sobre sua conversão e prática de fé.

À revista IstoÉ, Irís falou ainda sobre sua família, profissão – atualmente escreve a novela “Carrossel” para o SBT – e relacionamento com o marido, que é judeu.

Irís afirmou que sua conversão se deu de maneira curiosa: “Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José”, revela.

A escritora conta que sua aproximação com Deus se deu por frustrações e pelo desejo de viver uma experiência com Ele: “Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: ‘Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus’. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma Bíblia para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: ‘Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!’ Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos”, disse Íris à revista.

Reservada, a esposa do apresentador mais famoso do Brasil afirmou que não é filiada a uma denominação em especial: “Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação [Cristã no Brasil]. Lembro que fui de saia e Bíblia na mão (risos)”.

Como o marido é judeu, as filhas foram criadas com ensinamentos da religião judaica. Íris, porém, afirma que nunca tentou se converter ao judaísmo, e que ora junto ao marido: “Não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bar Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias… quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar”, revela, fazendo referência à filha que tem se arriscado como apresentadora no SBT.

Confira abaixo, a íntegra da entrevista de Íris Abravanel à revista Istoé:

Onde a sra. busca inspiração para escrever?

Impossível escrever uma história e não colocar um pouco do que você viveu, de livros que leu, de filmes a que assistiu. Uma vez cortei um pouco o cabelo das meninas (filhas) achando que isso fortaleceria o cabelo delas. As quatro chegaram à escola com cabelos tipo tigelinha. Aí, voltaram para casa p. da vida. Revivi um pouco disso em “Carrossel”. Nessa novela, insisti em cenas que mostram as crianças mais distantes de computadores, games, e mais dispostas a criar brincadeiras.

Coisas que a sra. fazia com as suas filhas?

Sim. Então, você vê chapéu sendo feito com jornal e coisas do tipo, para despertar a criatividade delas. Mexer com fantasia da criança é sempre saudável. Quando somos pequenos, criamos um amigo imaginário e isso é positivo porque, assim, resolvemos conflitos, diferenciamos o bem e o mal. A gente está conseguindo passar coisas edificantes para a criançada. Fui professora durante cinco anos. Sempre gostei de trabalhar com criança. Por mim, eu teria dez filhos.

Por que a sra. resolveu iniciar uma nova carreira perto dos 60 anos? 

Eu vinha percebendo a dificuldade do Silvio em contratar autores de novelas. Os melhores estavam na Globo ou na Record. E o contrato do SBT com a Televisa (emissora mexicana parceira do SBT) havia terminado. Aí, em um jantar, ele lamentava a dificuldade que vinha enfrentando. E eu disse: “E se eu escrever?” Na hora, eu pensava em resolver um problema dele. E acabei ganhando um problemão! Sofri preconceito no início. Muita gente dizia: “Ela vai ficar dois meses nessa e não vai aguentar, vai para o shopping”. Mas, como diz o Chaves (personagem de uma série televisiva mexicana), “não contavam com a minha astúcia”!

Qual foi a reação do Silvio Santos?

Quando perguntei ao Silvio o que achava de eu escrever novelas, ele me disse para ir em frente, mas para não retroceder depois. O nome da primeira novela, “Revelação”, foi o Silvio quem deu. Porque (eu fazer novela) seria uma revelação (risos). No começo, eu não era contratada pelo SBT. Trabalhei seis meses sem receber nada, até provar que eu seria capaz. Eu tinha um computador que não era de última, mas da primeira geração (risos). Eu fui montando a minha equipe com pessoas que conhecia. Éramos um exército de pernetas! Uma das colaboradoras, por exemplo, de professora de matemática passou a fazer cenas. Nós almoçávamos na minha casa. Foram seis meses de deserto, sem nenhum recurso. Hoje, sou funcionária do SBT. Tenho registro em carteira. Fazia pelo menos 30 anos que não tinha registro. Tive apenas um aumento, muito reivindicado, em cinco anos no SBT. Agora, com “Carrossel”, estou pensando em negociar de novo. Eu nunca tinha ido, por exemplo, sozinha ao SBT

E como foi a experiência? 

Cheguei na portaria um dia para uma reunião. Disse que eu me chamava Íris e tinha uma reunião marcada. Aí, me disseram: “Pois não, pode encostar ali do lado e aguardar.” E foi o que eu fiz. Fiquei ali aguardando até que a pessoa com quem eu ia falar avisou na portaria: “Vocês sabem quem é que está aí esperando?” Não sei bem o que aconteceu, ao certo, mas as portas se abriram e eu entrei (risos). E aí começou o respeito por mim, desde a portaria. Nunca falei “você sabe com quem está falando?” para alguém. Cada um no seu lugar, né? Logo depois, a minha equipe toda passou a ter crachá para entrar no SBT. Aí, não queriam dar um para mim, disseram que eu não precisaria. Eu chiei: “Como não preciso? Já fui barrada (risos)!” Aí, fui lá tirar foto e exigi crachá.

Como foi iniciar uma carreira na empresa do marido?

À medida que você vai se relacionando, as pessoas vão esquecendo quem está por trás de você e passam a enxergar o lado profissional. Algumas pessoas, quando veem que há coisas a serem modificadas no meu trabalho, ainda têm dificuldade de dizer isso para mim. Mas com o tempo a gente (ela e Silvio) vira doce de festa e as pessoas se acostumam com a nossa figura.

Ainda consegue administrar a casa como fazia antes?

Todos os nossos funcionários estão com a gente há mais de dez anos. Então, cada um já sabe o que fazer e eu não preciso ficar em cima. A coisa só muda quando a gente viaja. Aí, eu e o Silvio arregaçamos a manga. Eu faço a comida e o Silvio limpa a cozinha. Ele limpa a cozinha melhor do que eu. Limpa o fogão direitinho… Ele gosta de fritar bife. Tem o ponto da carne lá que ele gosta. E ele ama o Walmart, porque nesse supermercado tem de tudo.

Gostou quando Silvio assumiu os cabelos grisalhos na tevê? 

Eu estou acostumada, porque, quando a gente viaja, ele está assim. Mas achei o máximo ele se mostrar do jeito que é de verdade. Sabe por que gosto do grisalho? Porque o tom de pele dele fica mais suave, bonito. Mas tenho a impressão de que ele voltou a pintar o cabelo por causa da opinião das pessoas também.

O que aprendeu com o episódio do sequestro da sua filha Patrícia?

Doía muito (quando a filha estava em poder do sequestrador, em 2001). É como se tivesse arrancado um pedaço de mim sem anestesia. Com o sequestro, aprendi a demonstrar mais amor, carinho, pelas pessoas enquanto elas estão ao nosso lado. Disseram que a Patrícia estava com síndrome de Estocolmo (quando a vítima passa a ter simpatia e até sentimento de amor ou amizade pelo seu agressor). Ela não teve síndrome nenhuma. Ela, naquele momento, enxergou a diferença da vida de dois jovens, a dela e a dele (sequestrador). Esse episódio não mudou nada em nossas vidas. Continuamos vivendo sem seguranças por perto, nada. Nossa maior segurança é Deus mesmo.

A sra. é evangélica. Como se deu a sua conversão? 

Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José. Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: “Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus”. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma “Bíblia” para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: “Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!” Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos.

Frequenta alguma denominação evangélica específica? A sra. tentou se converter ao judaísmo?

Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação. Lembro que fui de saia e “Bíblia” na mão (risos). Mas não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bat Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias…quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar.

Como conheceu o Silvio?

Eu o conheci em uma praia, no Guarujá (SP). Eu ainda dava aula e estava noiva. Tinha de 18 para 19 anos e ele o dobro da minha idade. Foi uma tragédia, porque, quando o meu pai soube, ficou doente. A gente começou uma amizade e demorou para a gente ficar junto. Eu me casei, antes, e o Silvio foi padrinho. Me separei depois de cinco anos. A família era contra eu me relacionar com homem de televisão.

Quem de vocês dois foi mais tolerante em relação às idiossincrasias do companheiro?

Eu era uma pessoa bem difícil, geniosa, meu ponto de vista tinha de prevalecer sempre, era teimosa. Hoje não. Como o Silvio, que também mudou, e hoje administra melhor o ciúme que ele sentia, por exemplo.

A separação que vocês tiveram nos anos 1990 tinha a ver com o ciúme também? 

Sim. Eu me sentia sufocada. Ele era muito ciumento, de controlar passo a passo. Depois desse episódio, ele aprendeu a administrar melhor. Foi uma briga de foice, de gigantes, eu com estilingue e ele com um exército (advogados foram contratados por ambas as partes). Depois que reatamos (permaneceram separados por cerca de seis meses), eu disse a ele: “Agora, não me separo nunca mais. Você vai ter de me aguentar para o resto da sua vida”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Novas fotos da Construção do Novo Templo da AD Cidelândia



As primeiras tesouras já colocadas







Técnica utilizada para suspensão 





Situação em 13 de Dezembro de 2012




Estrutura metálica quase pronta pra cobertura

Lateral direita




domingo, 9 de dezembro de 2012

Realizado o Sorteio da IEAD Cidelândia


 Veja quem foram os contemplados:

5º PREMIO-01 SELA - HELINEIA ALVES MÁXIMO/VARJÃO DOS CRENTES
4º PREMIO-01 PORCO  - MAXWELL CARVALHO/SOARES DROGARIA
3º PREMIO-01 CARNEIRO - CHROSTHOF VARGAS/SAMAC-CIDELÂNDIA
2º PREMIO-01 BEZERRO - CÉZAR ROBERTO/CEMAR-AÇAILÂNDIA
1º PREMIO-01 NOVILHA -  EUSTÁQUIO SAMPAIO/SAMAC-CIDELÂNDIA

A IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS PARABENIZA OS GANHADORES E AGRADECE A TODOS QUE AJUDARAM SEJA COMPRANDO OU VENDENDO E TAMBÉM AOS QUE DOARAM OS PRÊMIOS PARA REALIZAÇÃO DO SORTEIO, DEUS CERTAMENTE IRÁ ABENÇOAR CADA UM GRANDEMENTE.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Benny Hinn virá ao Brasil em 2013 para conferência do ministério Avivamento para as Nações


O pastor e evangelista Benny Hinn estará no Brasil no próximo mês de fevereiro, num evento que será realizado em Porto Alegre, com organização do Centro de Avivamento para as Nações (CAN).

Benny Hinn virá ao Brasil em 2013 para conferência do ministério Avivamento para as NaçõesO evento, que será realizado nos dias 08 e 09/02, tem inscrições limitadas e contará também com a presença dos apóstolos Silvio e Maria Ribeiro, líderes do CAN.

Benny Hinn é um escritor best-seller, autor dos livros “Bom-dia, Espírito Santo”, “Bem-Vindo, Espírito Santo” e “Senhor, eu preciso de um milagre”, entre outros.

É tido como um dos principais adeptos da teologia da prosperidade e da doutrina popularmente conhecida como “cai cai”, além de protagonista de polêmicos episódios e declarações.

Há pouco mais dois anos, Benny Hinn divorciou-se de sua esposa, Suzanne Hinn, por “diferenças irreconciliáveis”.

Este ano, o pastor divulgou durante uma de suas “Cruzadas de Milagres” que havia se reconciliado com sua esposa e que agendaria uma data para o novo casamento: “Já cheguei a acreditar que meu ministério vinha antes de minha família, mas agora percebo que eu estava errado. Deus vem primeiro, depois a família, e só então o ministério. O que eu não sabia era que o processo de ministrar em todo o mundo teria um custo muito maior no meu casamento que eu poderia imaginar”, declarou o pastor.

Nesse meio tempo, o pastor foi acusado e processado devido a um suposto envolvimento extraconjugal com uma amiga chamada Paula White. O processo foi impetrado pela editora com quem Benny Hinn mantinha contrato. A alegação da requerente era que o pastor teria quebrado uma cláusula de conduta moral.


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Marquito, comediante e assistente do Ratinho, vê profecia se cumprir e será empossado como vereador


Com o slogan “Esquisito por esquisito, vote no Marquito”, o comediante e assistente de palco do apresentador Carlos Massa, o Ratinho, conseguiu pouco mais de 22 mil votos nas eleições municipais de 2012 e ficou como suplente de vereador.

Marquito, comediante e assistente do Ratinho, vê profecia se cumprir e será empossado como vereadorO caso de Marquito (PTB) tornou-se peculiar por sua declaração logo após as apurações, quando soube que não havia sido eleito: “Foi muita adrenalina essa apuração. Confiei que ia conseguir os votos até o último momento. Mas Deus já me disse que vou ser vereador. E vou ser”, afirmou à época, ao portal Uol.

Membro da Igreja Mundial, Marquito agora será diplomado e empossado como vereador no lugar do vereador eleito Celso Jatene (PTB), que foi convidado pelo prefeito eleito, Fernando Haddad (PT) para assumir a Secretaria Municipal de Esportes.

Agora, o vereador Marco Antonio Ricciardelli, que esperava ter “uns 200 mil votos”, vê se cumprir a certeza que ele havia revelado meses antes. Marquito acredita que muitas pessoas não votaram nele “para que continuasse na televisão”.

Entretanto, a profecia cumprida é fruto de uma combinação política: “Tínhamos certeza que ele assumiria porque o PTB estava articulando o apoio ao governo do Fernando Haddad” disse Edson Presse, assessor do vereador.

As propostas do vereador ainda não são conhecidas de seus eleitores, pois sua campanha foi baseada no slogan, que não faz menção a projetos.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Umbanda, Quimbanda, Candoblé e Macumba, e o sincretismo com o catolicismo

Elienai Cabral

Umbanda, Quimbanda, Candoblé e Macumba, e o sincretismo com o catolicismo

Na descoberta do Brasil, o reino de Portugal descobriu também as riquezas desta terra e, para explorá-la, trouxe da África muita gente dos povos sudaneses e bantos. Os negros escravos eram trazidos para servirem aos senhores das terras brasileiras. Esse povo sofrido e com sua própria cultura religiosa trouxe consigo seus costumes e cultos.



leia a matéria completa em:

Assembleia Geral da ONU dá status de ´Estado observador` aos palestinos



Assembleia Geral da ONU dá status de ´Estado observador` aos palestinosA Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) modificou nesta quinta-feira (29) o status dos territórios palestinos, de “entidade observadora” para “Estado observador não-membro” na organização, no que significa um reconhecimento implicito da existência do Estado Palestino no Oriente Médio.

O pedido palestino foi aprovado por vasta maioria, de 138 votos a 9. Abstiveram-se da votação, ocorrida na sede das Nações Unidas em Nova York, 41 países.

O Brasil, que reconhece desde 2010 a existência do Estado Palestino, votou favoravelmente e foi um dos co-patrocinadores da resolução resolução A/67/L28, que deixa a Palestina com estatuto semelhante ao do Vaticano na ONU.

Em nota divulgada na noite desta quinta, o Itamaraty parabenizou a Palestina e apelou pela retomada do processo de paz com Israel.

Apesar de a mudança não alterar o funcionamento da organização, ela permite que a Palestina tenha acesso a agências da ONU, além de sua admissão no Tribunal Penal Internacional –que poderia ser acionado por autoridades do território contra Israel.

A petição foi apresentada pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pouco depois das 15h30 no horário de Nova York (18h30 de Brasília) desta quinta.

A aprovação foi uma grande vitória diplomática, mas que expõe as autoridades palestinas a represálias econômicas por parte de Estados Unidos e Israel, que votaram contra.

Discurso de Abbas

Abbas, que foi bastante aplaudido antes, durante e depois de sua fala de 22 minutos, disse que o povo palestino fez o pedido porque acredita na paz e precisa desesperadamente dela.

O presidente palestino lembrou que, há 65 anos, a Assembleia Geral havia adotado a resolução 181, que dividiu o que ele chamou de "a histórica terra palestina" em dois Estados e "se transformou na certidão de nascimento de Israel".

Ele pediu aos países da Assembleia que emitissem agora a "certidão de nascimento" do estado palestino, acrescentando que o reconhecimento era a "última tentativa" de salvar o processo de paz entre palestinos e israelenses.

Israel contra

Em seguida à fala de Abbas, o embaixador de Israel na ONU, Ron Prosor, apresentou as razões pelas quais seu país era contra a petição, que, segundo ele, é "tão unilateral, que afasta a possibilidade de paz" na região, em vez de a perseguir.

"Não há atalhos, não há soluções fáceis", disse Prosor. "A paz não pode ser imposta de fora."

Ele afirmou que a resolução "cria expectativas que não pode cumprir" e acusou os palestinos de "nunca terem reconhecido" o Estado de Israel.

Segundo ele, a resolução não contempla o problema da segurança de Israel.

Ban Ki-moon

Após a votação, o secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que o resultado da votação não substitui a importância das negociações.

Ele disse acreditar na legitimidade dos palestinos em deter o seu próprio Estado e apelou às partes que renovem o compromisso de paz.

EUA pedem negociação direta

A representante dos EUA na ONU, Susan Rice, ao justificar seu voto contrário, logo após a votação, pediu aos dois lados que retomem as negociações diretas de paz e advertiu contra ações unilaterais.

"Os Estados Unidos pedem a ambos os lados que retomem as negociações diretas de paz, sem condições prévias, e prometem estar lá para ajudar as partes vigorosamente nesses esforços", disse Rice.

"Os EUA vão continuar a pedir a todos os lados que evitem mais ações provocativas na região, em Nova York ou em qualquer lugar."

"Os grandes anúncios de hoje logo passarão e o povo palestino despertará amanhã vendo que pouco mudou em suas vidas, exceto pela redução das perspectivas de uma paz duradoura", disse Rice. "Esta resolução não estabelece que a Palestina é um Estado."



Fonte:G1